Cuidados com as palavras!

 

“Afaste da sua boca as palavras perversas; fique longe dos seus lábios a maldade”. (Provérbios 4:24)

 

Eu nunca tive hábito de falar palavrões. Um pouco, creio que é por causa dos meus pais, que não falavam, e outro pouco, porque sempre achei muito feio. E até hoje, quando escuto alguém falando, confesso que fico incomodada. Não acho “legal e nem despojado” falar palavrões. Tudo bem que às vezes, na intimidade, quando batemos o dedinho do pé na quina do sofá, dá muita vontade de falar algo feio em alto e bom som (risos), mas ainda sim devemos evitar.

 

A Bíblia ensina que nossa boca fala do que está cheio o coração. Está em Mateus. E que um dia, depois que partimos, iremos dar conta a Deus do que falamos…então…melhor que tenhamos domínio próprio. Não custa nada engolir algumas palavras.

 

Eu também não consigo imaginar uma pessoa que se diz cristã e com atitudes cristãs, sendo dirigida pelo Espírito Santo de Deus, com uma linguagem cheia de nomes obscenos e feios. E não me refiro apenas à palavrões, mas a tudo que sai da nossa boca para detonar uma pessoa, fazer intrigas, não edificar e sim amaldiçoar.

 

Você conhece aquela pessoa que só murmura, reclama, julga, fala mal, destrói outra pessoa apenas com a boca? Creio que sim, porque elas pipocam por aí, cheias de raiva e sempre muito donas de si e “perfeitas”. Amada, Deus não se agrada dessas pessoas.

 

Se alguém é tão murmuradora e fala tanto nome feio é porque o estado de espirito dela é igual. Uma boca rancorosa revela um coração rancoroso. Uma boca xingadora, revela um coração xingador e amaldiçoador. Vamos tentar falar coisas amenas, boas, que edificam, que trazem paz e abençoam. Mesmo na hora da raiva, vamos vigiar o vocabulário. Isso reverterá em bênçãos para nós, enquanto que se xingarmos, cheias de raiva, vamos nos tornar pequenas, amargas e intoleráveis.

 

Uma semana de vitória e palavras edificantes para nós!

Roberta